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PASSADO:
27/11/2011 a 03/12/2011
30/10/2011 a 05/11/2011
28/11/2010 a 04/12/2010
10/10/2010 a 16/10/2010
11/07/2010 a 17/07/2010
JOANINHAS:
Blog da Samia
Muito Farturentos
Blog da Tia Cacá
Blog da Tia Lúcia

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MEU AWARD:












MÚSICA:

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Código html:
Cristiny On Line

Qualquer semelhança é mera coincidência!!!
Zôe a Pequena Joaninha!!!
Coisa de:
às 22h30
Receitas da Joaninha

A Cacá fez no almoço do Meu aniversáro!!!
Joaninhas Encantadas
ingredientes
2 pãezinhos amanhecidos, sem casca e fatiados
1/2 xícara (chá) de leite
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de azeite
1/2 kg de carne moída
Sal a gosto
1 ovo
1 colher (sopa) de salsinha
1 colher (sopa) de cebolinha
Farinha de rosca para envolver os bolinhos
Óleo para fritar
Para montar as joaninhas
Tomates grandes e cerejas cortadas ao meio, sem sementes (untados no azeite e sal temperado)
14 azeitonas pretas
Bolinhos de carne (de tamanhos variados)
Cebolinha para fazer as antenas
Pimenta rosa para fazer os olhinhos e maionese misturada com 15 ou 20 gotas de corante alimentício vermelho para colar os olhos


Coisa de:
às 21h58
Feliz Aniversário - 30 de Novembro
Nasce uma pequena Joaninha!!!


Coisa de:
às 23h00

Canção da Dona Joaninha
A Dona Joaninha
é muito gracinha.
Toda falante,
sai manhãzinha
sempre elegante.
Vestido vermelho,
cheio de bolinhas.
Sapato de salto,
chapéu e sombrinha.
Se não vai à feira
nem ao mercado,
ela vai se encontrar
com o namorado.
Ele é um joaninho
inteligente
e estudado.
Dizem até
que tem diploma
de advogado.

Júlio Saraiva (livro infantil Lirazinha de Papel)
Mundo Encantado

A joaninha é um lindo inseto,você sabia que a joaninha tem varias cores,podem ser amarelas laranjadas vermelhinhas e com lindas bolinhas brancas.
Ela se chama Ana, é muito simpática e querida pelas crianças e mais, ajuda muito a natureza.
Ela vai cedinho para os campos jardins e grita para suas priminhas: vamos! Vamos tenho que trabalhar. Vamos! Vamos! É saíram à procura de um terrível inimigo.
A joaninha sabe que os pulgões gostam de destruir toda a plantação.
E elas são muito eficazes pois vão comendo, comendo toda plantação este danados!
Elas foram cantando pela estrada que levava a um lindo pomar cheio de belas laranjeiras e outras frutas.
Mais se elas não combatessem os pulgões este pomar não daria frutos.
Vocês sabiam que la bem longe daqui nos Estados Unidos as joaninhas salvaram a cidade que viviam da plantação de laranjas?
Aninha e suas amiguinhas trabalharão o dia todo e à tardinha voltarão para sua casa que e um lindo jardim e ficarão felizes a cantar Por isto não podemos judiar das joaninhas pois, elas são verdadeiros saldadinhos da natureza.
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Mundo Encantado(http://historiasmaishistorias.blogspot.com/2011/02/aninha-joaninha-joaninha-e-um-lindo.html)
Coisa de:
às 14h14

O Besouro e a Joaninha
Marlene B. Cerviglieri
No cantinho e bem no fundo da casca da dona árvore, estava o besouro, pensando consigo mesmo. Pensava e dizia baixinho só para si:
– Como, como poderei fazer para que a Joaninha, tão lindinha, preste atenção em mim!
– Gostaria de voar com ela, passear pelo bosque e até parar nas flores…
– Como, como poderei fazer se ela foge de mim quando tento chegar perto!
– Será que ela tem medo de mim?
E assim ficava ali triste e pensativo roendo a casca da árvore não se juntando mais aos outros besouros, que saiam e passeavam voltando felizes para a árvore. Eis que um dia de repente, o besouro teve uma idéia!
– É isso mesmo dizia, sou muito grande e ela como é pequenina tem medo de mim quando me aproximo…
– Vou dar um jeito nisto já já…
E assim pensando o besouro saiu da casca da árvore e foi para o bosque. Procurou um lugar cheio de galhos entrou no meio deles.Tanto se enrolou e bateu que acabou perdendo uma de suas antenas, que eram bem fortes!
Voltou para a casca da árvore com um pouco de dificuldade, parecendo ser difícil a direção a tomar. De nada adiantou, pois ainda sentia-se grande e desajeitado. Voltou ao bosque e tentou encurtar suas perninhas: – ora se dona lagartixa se arranja muito bem, eu também posso – dizia o besouro.
Quando amanheceu o outro dia, o besouro sentia-se mal, não conseguia voar direito e as perninhas doíam muito. Ficou ali no cantinho da casca, quando seu papai veio ao seu encontro.
– Mas o que aconteceu com você?
– Meteu-se em briga?
– Não papai, disse o besouro e contou tudo a ele.
– Meu filho disse-lhe o papai.;
– Porque você não conversou comigo antes?
– Eu teria lhe ensinado muitas coisas…
– Saiba que cada um é cada um.Não queira se igualar fisicamente com os outros.
– Podemos, sim, seguir os bons exemplos, mas fisicamente cada um é cada um!
– Você já imaginou a Joaninha tentando entrar na casca?
– Só faltou você pintar suas costas de bolinhas…
– Não faça mais isso meu filho.
Procure ser você mesmo, terá muito mais valor pois não existe outro igual. Portanto seja bom no que você é ou faz.
– Muitas vezes nós não percebemos o que temos de bom, e saímos por ai querendo imitar os outros.
– Entendeu bem o que te expliquei?
– Sim papai, a dor foi grande não vou tentar contra a natureza nunca mais.
– Isso meu filho, assim que se fala.
Passado algum tempo, já recuperado o besouro estava voando no bosque, passou e nem percebeu a joaninha na folha.
– Puxa como ele é forte pensou ela, pena que sou tão pequenina.
– Mas cada um do seu jeito.
E saiu voando batendo as asinhas coloridas num dia de sol maravilhoso onde todos os insetos manifestavam sua alegria.É as mudanças muitas vezes são benéficas, mas também existem algumas que em nada ajudam não ´só os animais mas as pessoas também.
Coisa de:
às 13h23

Feliz Aniversário...Pequena Joaninha!!!
Coisa de:
às 04h07

Coisa de:
às 12h41



Coisa de:
às 00h01

O poder da Joaninha está com o

Coisa de:
às 05h04


Coisa de:
às 15h00

http://sucatajoaninha.blogspot.com - Joaninha Feliz
http://elysiumgates.com/~mamawolf - The Ladybug Kid
Coisa de:
às 12h20












Muitas emoções com essas lindas Joaninhas!!!
Coisa de:
às 18h40

A Super Joaninha!!!
Coisa de:
às 20h48
O Poema A JOANINHA pertence ao livro ''"Uma Dúzia e Meia de Bichinhos, de Marciano Vasques, e foi musicado pelo maestro Maiki Fabiani. Este vídeo também pode ser encontrado em Casa azul de Literatura.
Coisa de:
às 20h43

Uma história com pés e asinhas...
Era uma vez uma borboleta e uma joaninha.
Tanto uma como a outra apreciavam a calma dos jardins, o aroma das flores, a paz e tranquilidade do verde.
Gostavam das cores da praia... mas só a borboleta se aventurava sozinha por esses caminhos. A joaninha precisava de companhia e não gostava de aventuras.
A borboleta gostava de ver o mundo do ar, de viajar, de experimentar o néctar de muitas flores.
A joaninha gostava de passear com os pés assentes no chão, nas folhas, nas flores... só voava se a obrigassem, ou se alguém precisasse dela: outros bichinhos, por exemplo. E só dava passeios pequeninos, que não a levassem para muito longe da sua casinha. Percebe-se assim que nem a canção “voa joaninha voa que o teu pai foi a Lisboa” lhe desse grande ânimo para voar até à cidade grande.
A borboleta procurava sempre ir mais longe... tão longe quanto as suas asas o permitissem. Porque sendo borboleta era também frágil. O seu coração é que era forte e ansiava por conhecer o mundo. Mesmo sem companhia. Porque às vezes a companhia era um peso nas viagens...
A joaninha tinha asas. Pois tinha. Mas estavam bem escondidas para ter desculpa para não voar. Voava então dentro dentro de si e inventava coisas que mais ninguém via nem sabia.
Viajava sem sair do mesmo lugar. Era só fechar os olhos.
Às vezes podia ver-se escondida, muito sossegada, como se não fosse nada com ela. Mas as canções e os poemas que lhe vinham à mente nessas viagens oferecia-os a uns pássaros amigos. E o jardim enchia-se de música, cantada por outras vozes.
Um dia, por coincidência, a borboleta pousou numa flor onde estava a joaninha. Gostou logo dela sem saber muito bem porquê e contou-lhe as mil aventuras de que era feita a sua vida. Como se se conhecessem desde sempre.
A joaninha olhava para ela com admiração. Porque era bonita, porque era forte, porque era corajosa.
Não que quisesse ser como ela, porque adorava ser joaninha, mas sentia que a borboleta a completava, de alguma forma que não conseguia explicar com palavras. Só com um poema, uma história ou coisa assim. Parecia-lhe uma amiga de longa data, sem perceber donde lhe vinha aquela sensação.
A borboleta, habituada ao mundo e a tantas coisas que ninguém imagina, percebeu nos olhos sossegados da joaninha o carinho que nascia, mas viu logo que não tinha ali uma companheira para as viagens. Era mais uma companhia para repousar o espírito entre aventuras. Foi por isso que não lhe disse: vem daí voar comigo.
A joaninha viu nos olhos da borboleta que ela a compreendia e aceitava assim mesmo: pequenina, solitária, de asas escondidas e um céu por dentro. E a admiração ainda cresceu mais.
A Amizade tem destas coisas. Não se encontravam muito, a borboleta e a joaninha, mas estavam frequentemente nos pensamentos uma da outra.
Às vezes, mesmo sem combinar nada, cruzavam-se numa folha ou numa flor e trocavam uma com a outra segredos, desejos, coisas simples ou complicadas, conforme a estação do ano, os sentimentos ou as viagens de cada uma. Encontros que pareciam por acaso, mas que acrescentavam sempre uma cor nova à amizade e à vida de ambas.
Portanto talvez não fossem por acaso.
Foi assim que numa manhã fresca de Primavera, com um orvalho miudinho a enfeitar um amor-perfeito como colar de diamantes, se encontraram por um breve instante quando matavam a sede. Olhando nos olhos a amiga, como quem olha para um espelho de água, a borboleta disse: sabes joaninha, gosto muito de ti...
Por momentos o orvalho confundiu-se com o brilho dos olhos, primeiro da borboleta, depois da joaninha. Deram-se duas mãos das muitas que tinham, o sol espreguiçou-se e disse olá e a borboleta voou para outras paragens, como sempre em busca de respostas a tantas perguntas, na esperança de encontrar alguma perdida no meio de alguma flor... (não contei aqui um pormenor importante: a borboleta também confessou que gostava muito do rouxinol que vivia no jardim e de outra borboleta com quem viajava muito... todos três eram especiais amigos. Mas isto é outra história que não se pode contar em poucas palavras no meio de outra história! )
A joaninha voltou para a sua casinha (partilhava com a borboleta as perguntas, mas procurava as respostas de outras maneiras...) e sentou-se com o coração invadido por uma ternura e uma alegria de muitas cores que faziam o vermelho das suas roupas parecer desbotado. Era assim como se fosse um arco-íris que lhe saía do peito e lhe dava vontade de chorar e de rir, tudo ao mesmo tempo.
Na outra ponta do arco-íris não se escondia um pote de ouro. Estava, como se pode adivinhar, o coração do seu joaninho, a família, o coração da borboleta, o do rouxinol , os de mais uns poucos mas bons amigos.
Nesse dia especial, era o coração da borboleta que sentia bater no seu, através de uma ponte colorida e invisível. Pode parecer estranho, mas juro que é verdade.
Foi então que na cabeça da joaninha começou a desenhar-se um poema grande que não era bem um poema, mas mais uma espécie de história. Era uma prenda especial para a borboleta. Era a sua maneira de lhe dizer: gosto tanto de ti como tu gostas de mim.
Escreveu-o devagarinho numa folha verdinha e tenra do amor-perfeito onde tudo acontecera e guardou-a junto às asas. Subiu para um cimo da mais alta flor do jardim e deixou-se ali ficar à espera do dia seguinte. À espera da borboleta. Vencendo o medo da noite. No pensamento saboreava o nome da flor "amor-perfeito" como mais um daqueles acasos sem explicação.
Ia oferecer-lhe a folhinha verde como companhia para todas as viagens. Uma parte de si, criada especialmente para a amiga.
Porque ela era muito especial e precisava de o saber.
Conta-se (quem sabe o que é verdade?) que ao entregar a folhinha à borboleta, a fada do jardim as encantou e, a partir daquele momento, passaram a ser capazes de sentir, olhar e viver as coisas como se fossem uma só, ainda que nada nos hábitos repetidos das suas vidas se tivesse modificado.
Mas verdade verdadinha é que elas já conseguiam fazer isso muito antes desse momento, logo quando se conheceram... (essa coisa de acrescentar uma fada à história, é de quem não percebe que a Amizade tem magia e encanto suficientes para explicar todas as coisas inexplicáveis).
Uma coisa é certa: a joaninha continuou a ser uma joaninha e a borboleta uma borboleta. Porque o encanto dos jardins nasce das diferenças entre todas as coisas que podemos encontrar neles.
Mas de tempos a tempos lá podemos vê-las em amenas conversas, esquecidas do tempo e do mundo... como se os passos de uma se misturassem nos voos da outra e tudo à volta desaparecesse.
A borboleta ainda guarda a folhinha verde num bolso especial do peito.
Pode parecer mentira, mas a verdade é que a folha nunca murchou.
Autora: Teresa Martinho Marques
Coisa de:
às 13h49